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De capacete e batom

De capacete e batom

24
Mar17

A mente de uma motociclista

Dora Sofia

Apetece-me andar de mota. Apetece-me sempre. Mas hoje apetece-me mais ainda. Está tanto frio. O equipamento é bom. Tenho o relatório para fazer. Só se fosse só um bocadinho. E tenho a avaliação do miúdo para acabar. Ia só beber café. E a roupa para passar. Ainda tenho uma hora antes da miúda chegar. Tenho a certeza que vai chover. Levo o fato. Aquela nuvem está mesmo escura. Vai chover. Vou só beber café. A lareira faz-me olhinhos. Visto o fato. Saio. Ah! Hum! Ainda bem que resolvi dar uma volta. Devia parar no café. Agora já estou preparada e quentinha. Sigo mais um pouco. Vai chover. Agora tenho a certeza. Fiz bem em ter vindo. Os primeiros pingos. Devia voltar para trás. Vou só até à próxima curva. Depois desta. Visto o impermeável. Depois da próxima volto para casa. Adoro andar assim. Sem ninguém pelas estradas. A chuva e o frio lá fora e eu tão quentinha dentro do capacete. Ups! A sério que já passou uma hora? Tenho de voltar... Chove imenso, agora. Quem não anda de mota à chuva, não gosta assim tanto de andar de mota. Eu, por mim, fazia a N2 debaixo de água (outra vez 😉). Sim, há uma grande dose de loucura, digo, paixão nesta coisa de andar de mota

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